sexta-feira, 13 de março de 2015

TEOREMA DA VIDA FELIZ


TEOREMA DE UMA VIDA FELIZ

Vida feliz pode significar muitas coisas para cada um, o que nos remete a uma questão, existe a possibilidade de termos um traço comum de felicidade, identificar e traçar um teorema de valores comuns que identificam uma vida feliz e assim transportar estes valores para as pessoas que passam a vida sem descobrir o que significa ser além de estar feliz.

Não estou falando nem de filosofia, nem de psicologia, mas da fórmula elevada das variáveis quânticas que nos permitem identificar valores de felicidade e segui-los, e, em contrapartida, quando estamos em infelicidade buscar identificar os mesmos valores e retirá-los da equação.

Algumas pessoas de cara diriam, perdeu o juízo, onde já se viu, se fosse tão fácil Deus já o teria feito, ou os estudos científicos mais avançados já teriam descoberto a fórmula patenteado e vendido nas esquinas.

Mas a pergunta que decorre deste fator  (a possibilidade da existência de uma fórmula desta natureza) é de como seriam as coisas dali em diante, como o ser humano lidaria com a possiblidade de se defrontar com situações extremas e adversas, e, no momento em que desperte para este fato, sem ter que se dirigir ao antagonismo da euforia que remete a crises por ruptura da ligação natural de causa e consequência, fosse capaz de identificar valores humanos em matemáticos, e, dali, encontrar o caminho que o leva de volta a felicidade.

Se pensarmos que isto é impossível, tem sido tarefa dos estudos de auto ajuda, identificar valores humanos capazes de conduzir ou reconduzir os mesmos momentos ruins em momentos suportáveis. Ou seja, não é diferente, somente com o incremente da diferença de que valores lógicos decorrentes de fórmulas matemáticas quânticas (ou seja com variáveis elevadas a funções poli dimensionais e dinâmicas) encontraríamos a redescoberta da felicidade sem frescura, sem ingredientes que sempre tem efeitos colaterais.

A fórmula defrontada, sempre revisada, recoloca os termos disponíveis em situações de recaídas emocionais, lógico que entraria em disputa com as ordens médicas, ciências farmacológicas, dos quais nunca desprezei e respeito os estudos e resultados, que levarão a resultados sempre melhores de seus estudos.

O cientista em cadeira de rodas dos quais o mundo rende homenagem, afirmou que a ciência o levou a lugares em que a medicina regular não alcançou, e, hoje, a medicina com os avanços científicos, e associação com as engenharias tem chegado a resultados impressionantes de desenvolvimento.

Note bem que o foco aqui pretendido é criar a ficção motivada de que seria possível criar um teorema de vida feliz, de ordem matemática, com o objeto único de, em sede de experimentação estabelecer, de forma subjacente, quais seriam as consequências previsíveis de tal intento, ou seja como seria a humanidade dali em diante.

O problema que estabeleço tem por base o fato de que processos de infelicidades levam a reações isoladas, que colocadas em cadeias, levam a novos procedimentos de reações dos quais a cada momento posterior fica mais difícil retornar ao momento que gerou o processo e dele tirar o proveito que não se soube tirar por mal uso da reação ante a tristeza.

Por exemplo, o Sr. Gabrielli, sem dúvida nenhuma ontem, quando resolveu, de um processo de inteligência incomum fazer uso de sua condição humana para retirar dos demais seres humanos a capacidade de buscar criar sofismas do tipo, com as dimensões da Petrobrás seria humanamente impossível resolver esta situação.

Remete a indagação inicial, se uma pessoa brilhante como o se Sr. Gabrielli, se permite a conclusões decorrentes de um processo de frustração própria, que invalida as demais conclusões (somente na tese que expos, penso diferente, as origens do que argumenta não estão de acordo com aplicação científica no que tange às necessidades e valores mundiais de preços e consumos, mas isto é outro estudo), tivesse o referido Senhor, acesso a este elemento novo, quando não só o teorema proposto (porque exige validez universal de seus postulados) seria executado em seu favor na retomada do processo de felicidade, mas também das pessoas que o cercam, o desfrute de inteligência em desfavor dos demais certamente não ocorreria.

Ou seja, a primeira conclusão do processo de teorema de vida feliz, é que gente com processos de ausência de realização na vida, com algum grau de infelicidade, ao reagir negativamente em desfavor da sociedade, em restabelecer a ordem via teorema, passariam a gerar por aplicação da fórmula a recondução matemática do estado de infelicidade a felicidade as pessoas que lesou e fez mal.

O teorema matemático, como elemento novo nos processos de recondução ao bom caminho, é o fato de que, os procedimentos até hoje existentes levam a infeliz (preciso aplicar o teorema aqui) conclusão de que gente como o Sr. Gabrielli, infeliz, leva as pessoas que o cercam a frustrações decorrentes, com reação em cadeia que a cada momento fica mais penoso e difícil a retomada ao caminho do bem.

Agora passando das elucubrações mentais ao plano prático, o Sr. Gabrieli, que no Brasil não pode mais operar como executivo de petróleo, pelas razões dos atos que praticou, em Portugal, faz parte do conselho da GALP, cavem um pouquinho mais senhores deputados, polícia e justiça federal e encontrarão petróleo.

Dia 15, não se iludam com a proposta ilusória de somente boa recondução da política, temos que ter alvo certo, ao IMPEACHMENT ou RENÚNCIA JÁ!!!

Brasil, 13 de março de 2015.

Hélio Barreto

OAB SC 7487 DF 36606 OAPT 36606C

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