TEOREMA DE UMA
VIDA FELIZ
Vida feliz pode
significar muitas coisas para cada um, o que nos remete a uma questão, existe a
possibilidade de termos um traço comum de felicidade, identificar e traçar um
teorema de valores comuns que identificam uma vida feliz e assim transportar
estes valores para as pessoas que passam a vida sem descobrir o que significa
ser além de estar feliz.
Não estou falando
nem de filosofia, nem de psicologia, mas da fórmula elevada das variáveis
quânticas que nos permitem identificar valores de felicidade e segui-los, e, em
contrapartida, quando estamos em infelicidade buscar identificar os mesmos
valores e retirá-los da equação.
Algumas pessoas de
cara diriam, perdeu o juízo, onde já se viu, se fosse tão fácil Deus já o teria
feito, ou os estudos científicos mais avançados já teriam descoberto a fórmula
patenteado e vendido nas esquinas.
Mas a pergunta que
decorre deste fator (a possibilidade da
existência de uma fórmula desta natureza) é de como seriam as coisas dali em
diante, como o ser humano lidaria com a possiblidade de se defrontar com
situações extremas e adversas, e, no momento em que desperte para este fato,
sem ter que se dirigir ao antagonismo da euforia que remete a crises por
ruptura da ligação natural de causa e consequência, fosse capaz de identificar
valores humanos em matemáticos, e, dali, encontrar o caminho que o leva de
volta a felicidade.
Se pensarmos que
isto é impossível, tem sido tarefa dos estudos de auto ajuda, identificar
valores humanos capazes de conduzir ou reconduzir os mesmos momentos ruins em
momentos suportáveis. Ou seja, não é diferente, somente com o incremente da
diferença de que valores lógicos decorrentes de fórmulas matemáticas quânticas
(ou seja com variáveis elevadas a funções poli dimensionais e dinâmicas)
encontraríamos a redescoberta da felicidade sem frescura, sem ingredientes que
sempre tem efeitos colaterais.
A fórmula
defrontada, sempre revisada, recoloca os termos disponíveis em situações de
recaídas emocionais, lógico que entraria em disputa com as ordens médicas,
ciências farmacológicas, dos quais nunca desprezei e respeito os estudos e
resultados, que levarão a resultados sempre melhores de seus estudos.
O cientista em
cadeira de rodas dos quais o mundo rende homenagem, afirmou que a ciência o
levou a lugares em que a medicina regular não alcançou, e, hoje, a medicina com
os avanços científicos, e associação com as engenharias tem chegado a
resultados impressionantes de desenvolvimento.
Note bem que o
foco aqui pretendido é criar a ficção motivada de que seria possível criar um
teorema de vida feliz, de ordem matemática, com o objeto único de, em sede de
experimentação estabelecer, de forma subjacente, quais seriam as consequências
previsíveis de tal intento, ou seja como seria a humanidade dali em diante.
O problema que
estabeleço tem por base o fato de que processos de infelicidades levam a
reações isoladas, que colocadas em cadeias, levam a novos procedimentos de
reações dos quais a cada momento posterior fica mais difícil retornar ao
momento que gerou o processo e dele tirar o proveito que não se soube tirar por
mal uso da reação ante a tristeza.
Por exemplo, o Sr.
Gabrielli, sem dúvida nenhuma ontem, quando resolveu, de um processo de
inteligência incomum fazer uso de sua condição humana para retirar dos demais
seres humanos a capacidade de buscar criar sofismas do tipo, com as dimensões
da Petrobrás seria humanamente impossível resolver esta situação.
Remete a indagação
inicial, se uma pessoa brilhante como o se Sr. Gabrielli, se permite a conclusões
decorrentes de um processo de frustração própria, que invalida as demais conclusões
(somente na tese que expos, penso diferente, as origens do que argumenta não
estão de acordo com aplicação científica no que tange às necessidades e valores
mundiais de preços e consumos, mas isto é outro estudo), tivesse o referido
Senhor, acesso a este elemento novo, quando não só o teorema proposto (porque
exige validez universal de seus postulados) seria executado em seu favor na
retomada do processo de felicidade, mas também das pessoas que o cercam, o
desfrute de inteligência em desfavor dos demais certamente não ocorreria.
Ou seja, a
primeira conclusão do processo de teorema de vida feliz, é que gente com
processos de ausência de realização na vida, com algum grau de infelicidade, ao
reagir negativamente em desfavor da sociedade, em restabelecer a ordem via
teorema, passariam a gerar por aplicação da fórmula a recondução matemática do
estado de infelicidade a felicidade as pessoas que lesou e fez mal.
O teorema
matemático, como elemento novo nos processos de recondução ao bom caminho, é o
fato de que, os procedimentos até hoje existentes levam a infeliz (preciso
aplicar o teorema aqui) conclusão de que gente como o Sr. Gabrielli, infeliz,
leva as pessoas que o cercam a frustrações decorrentes, com reação em cadeia
que a cada momento fica mais penoso e difícil a retomada ao caminho do bem.
Agora passando das
elucubrações mentais ao plano prático, o Sr. Gabrieli, que no Brasil não pode
mais operar como executivo de petróleo, pelas razões dos atos que praticou, em
Portugal, faz parte do conselho da GALP, cavem um pouquinho mais senhores
deputados, polícia e justiça federal e encontrarão petróleo.
Dia
15, não se iludam com a proposta ilusória de somente boa recondução da
política, temos que ter alvo certo, ao IMPEACHMENT ou RENÚNCIA JÁ!!!
Brasil,
13 de março de 2015.
Hélio
Barreto
OAB
SC 7487 DF 36606 OAPT 36606C